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quarta-feira, 19 de março de 2008

OS PRIMEIROS EXAMES EM IMPLANTES ALIENÍGENAS

Por Luis Aparício- APO


" Análises em artefatos encontrados nos corpos de abduzidos surpreendem os investigadores.
No dia 19 de agosto de 1995, o doutor Roger Leir removeu cirurgicamente dois objetos dos corpos de dois contatados supostamente abduzidos por Ets. Para tentar verificar a origem destes objetos, a National Institute for Discovery Science(NIDS) conduziu uma inspeção externa detalhada, com base no teste de espectroscopia extensiva de raios laser.

Para aumentar o número de informações sobre esses objetos, o NIDS também decidiu suprir os recursos com mais exames metalúrgicos realizados no laboratório New México Tech, na cidade norte-americana de Socorro, Novo México.

Nesse caso, Leir fez um excelente trabalho documentando a extração dos corpos estranhos. Similarmente. O cuidado foi tomado em cada passo da transferência dos materiais durante o teste e no retorno dos exemplares.

O objetivo do envolvimento do NIDS foi o de estabelecer alguns padrões para o exame do material. Um grande número de especialistas foi consultado para determinar quais análises não destrutivas seriam apropriadas neste etapa da investigação. A bateria de testes recomendada diz respeito à estrutura química, mecânica e eletromagnética, compreendendo a técnica de imersão de densidade em tolueno, determinação de dureza e módulo elástico, além do uso de um microscópio de varredura eletrônica. De acordo com o relatório dos testes de Paul A. Fuierer, professor assistente do Departamento de Engenharia de Materiais do New México Tech, apresentada no dia 19 de julho de 1996, os exemplares examinados continuam duas peças semelhantes a palitos ou agulhas, primariamente de cor preta acinzentada, com algumas partes de suas superfícies na cor branca amarronzada.

EXAMES LABORATORIAS - Descobriu-se que dois deles são fortemente magnetizados ao longo do comprimento dos seus eixos, embora nenhum seja condutor de energia. Em um dos objetos foi encontrada uma substâncias amarelada e uma alta concentração de um elemento reflexivo que parecia cobre. A densidade da massa dos exemplares foi medida utilizando-se uma técnica de imersão baseada no Princípio de Arquimedes, a qual consiste em submergir os exemplares em um líquido de densidade já conhecida. Nesse caso, foi utilizado o tolueno, ao invés de água, para evitar qualquer hidrólise possível ou reações de oxidação com o material. A diferença entre as densidades dos exemplares foi considerada significativa.

O índice de dureza foi obtido através da média calculada entre os valores da densidade e o tamanho das ranhuras feitas com um micro cortador de ponta de diamante. Um dos objetos era duro, como quartzo ou aço, enquanto que o outro, relativamente macio, como calcita. Por causa do pequeno tamanho dos implantes, a análise química ficou limitada a uma estimativa qualitativa na qual foi utilizada espectroscopia de dispersão de energia a raios-x e uma unidade auxiliar de um microscópio eletrônico de varredura.

Como tais exemplares tinham uma membrana envolvendo-os, ao isolá-los foi necessário depositar uma pequena camada de carbono para evitar a carga elétrica, durante a leitura das imagens. Foram detectadas maiores quantidades de ferro, fósforo e cálcio, e alguns traços de cloro.

O espectro mostrado foi todo obtido num intervalo de tempo de um minuto. Como não existe virtualmente diferença nesse espectro, foi concluído que a composição do material era uniforme.


DIFRAÇÃO DE RAIO-X - Todas as tentativas de se obter um padrão de difração de raio-x dos exemplares, utilizando-se um difratômetro Philips, foram fracassadas. A detecção de qualquer reflexo em exemplares pequenos requer instrumentação e condições especiais.

Por conseguinte, os exemplares foram levados a um local especial para raios-x, equipado com um difratômetro Simens D - 5000. Numa tentativa de estudar mais sobre o ferro encontrado no centro desses exemplares, foi efetuada a metalografia tradicional com um microscópio óptico.

Embora a microestrutura não revelasse a estrutura clássica da perlita, o sistema interpretado como supostamente de ferro-carbono com uma fase escura, poderia ser, talves, cemelita, uma substância obtida a partir do elemento químico ferro. Uma porcentagem de carbono finalmente disperso pode ser considerada a causa da alta dureza.

Após diversas análises, pudemos perceber que um dos exemplares pôde ser escrito como uma agulha, com um centro predominantemente de ferro não condutor e uma membrana envolvente cinza escura.

Esta membrana, ou camada de material da superfície, tem como seus componentes ferro, cálcio, fósforo, cloro e muito possivelmente alguns elementos mais leves, como carbono e oxigênio. A análise de fase gasosa não foi totalmente conclusiva por causa do pequeno tamanho do exemplar. A microestrutura do centro do exemplar (polida e corroída), quando observada sob um microscópio óptico, lembra uma liga rica em ferro com grandes quantidades de carbono, provavelmente na forma de carbide de ferro.

O composto é provavelmente ferroso, com um empacotamento de corpo do tipo centro-cúbico. Desde que os exemplares sejam magnetizados, sua dureza central torna-se muito alta, semelhante à dureza das ferramentas de metais carbonados.

O outro exemplar é uma mistura muito complexa de materiais. Enquanto que a parte interna é similar ao primeiro, a porção externa é feita de uma combinação de muitos elementos e fases diferentes, dependendo do local. Esse segundo exemplar apresenta uma substância flocosa, que pode ser um complexo mineral silicado.

IMPLANTES METEÓRICOS? - A hipótese de que as amostras teriam origens meteóricas foi levantada a partir do alto valor de dureza relativa obtido para o núcleo de ferro de uma delas, pois ligas de ferro muito duras podem ser encontradas em exemplares de meteoritos.

De fato, características como a complexa combinação de diferentes elementos químicos, por exemplo, são similares a certos meteoritos.

As análises elementares feitas por espectroscopia energética dispersiva de raios-x indicaram ferro e fósforo como maiores componentes do material externo que envolvia o núcleo. Em adição, identificou-se um resíduo de fosfato de cálcio como possível fase dentro do material externo de ambos os exemplares.

Curiosamente, a cloropatita está entre os minerais mais comuns dos meteoritos. Isso seria a justificativa para a presença de uma quantidade substancial de cálcio e menor quantidade de cloro detectada na amostra.

Contudo, nenhuma porção de níquel foi detectada na primeira amostra e somente uma quantidade mínima na segunda. Um pesquisador afirmou que "a maioria dos meteoritos contém entre 6 e 10% de níquel. Nenhum meteorito contém menos de 5% desse elemento".

Uma explicação pode ser formulada com base no fato de que esses espécimes foram extraídos de um corpo, onde qualquer peça de ferro incrustada dentro de um tecido pode possivelmente causar uma reação de calcificação. Isso explicaria a presença de cálcio e fósforo na superfície dos exemplares. Não é surpreendente que as vítimas não tenham tido uma reação adversa ao objeto estranho.

No entanto, devemos enfatizar que isso é apenas uma teorização sobre a origem dos espécimes baseada em dados e informações preliminares. Estudos mais aprofundados devem ser efetivados para provar qualquer tese.

Derrel Sims e Roger Leir podem ser contatados no endereço: P. O. Box 60944, Houston, TX 77205, EUA

Implantes Alienígenas

Assista e tire suas conclusões!


Vídeo wmv- 15.673 kb

quinta-feira, 6 de março de 2008

Médicos na Califórnia retiram implantes de três abduzidos

Sábado, 18 de maio de 1996, três pessoas passaram por uma cirurgia para a remoção de objetos estranhos incomuns de seus corpos numa instalação médica em Granada Hills, Califórnia, próximo à Los Angeles. Duas das três pessoas aparentemente acreditam terem tido contato com seres alienígenas, os quais poderiam ter instalado os tão conhecidos implantes. A terceira pessoa disse não acreditar ter tido tal contato e que o objeto retirado poderia ter sido implantado sob sua mandíbula durante uma cirurgia dentária há vários anos.

As cirurgias foram realizadas por uma equipe encabeçada pelo doutor Roger Leir e pelo hipnoterapeuta Derrel Sims, mesma equipe que realizou uma cirurgia de remoção de implantes similar muito discutida em agosto de 2007. Cerca de 30 observadores convidados lotaram uma pequena sala de reuniões do lado de fora da sala de operações para assistir os procedimentos através de um circuito fechado de TV. Dentre os presentes estavam Whitley Strieber e sua esposa Ann, Robert O. Dean e a esposa Cecília, o produtor de televisão Robert Kiviant, o cineasta Paul Davis, o advogado Daniel Sheehan, as hipnoterapeutas Debra Lindemann, Bárbara Lamb e Donna Higbee, e o editor da CNI News, Michael Lindemann, e alguns convidados japoneses.
As primeiras duas operações foram rápidas, ambos os pacientes eram mulheres, e cada uma teve um objeto similar removido da panturrilha da perna esquerda.

Os objetos estavam muito próximos da superfície e foram removidos através de uma simples incisão. Eles foram descritos pelo doutor Leir como “nódulos” de composição indeterminada, ambos tinham formato cilíndricos e mediam cerca de um centímetro de comprimento por meio de largura e coberto por uma forma de tecido. O doutor Leir explicou que o tecido seria removido dos objetos e que seriam analisados separadamente e os resultados desses testes só estarão disponíveis após várias semanas ou mais. O que não ficou claro de imediato é se os objetos removidos das mulheres eram metálicos ou não.
Após a operação, através de anestesia local, a primeira mulher respondeu às perguntas da platéia que a observava. Ela disse que a primeira suspeita da presença do implante foi após ter descoberto uma marca inexplicável em formato de colher na panturrilha esquerda um ano antes. Radiografias subseqüentes constataram a presença de um objeto. Esta mulher, membro ativo da Mutual UFO Network (MUFON) local, considera-se uma abduzida e se diz convicta de que casos de abdução têm ocorrido em sua família por diversas gerações. Após tomar conhecimento do trabalho de Derrel Sims e do doutor Leir ela, voluntariamente, aceitou ter o objeto removido para estudos.

Disse ainda não ter experimentado nenhuma sensação de dor ou mudança em seu corpo durante ou após a cirurgia, e acredita ter outro objeto na orelha direita que também poderia ser removido para estudos. “Espero que os médicos vejam que isto é real. Muitas pessoas necessitam de ajuda e apoio. Não existem grupos de apoio. A maioria dos abduzidos não possuem um sistema de apoio”, desabafou. A segunda paciente preferiu não fez nenhum comentário público após a operação. O terceiro operado, um homem de aproximadamente 30 anos, apresentou um quadro completamente diferente. Ele não acredita ter tido um contato imediato com alienígenas, pelo contrário, acredita que um objeto foi inserido na musculatura de seu pescoço, abaixo da mandíbula esquerda, durante uma cirurgia dentária de remoção de molar há vários anos.

Naquela época, ele era um sub-contratado de um funcionário do Departamento de Defesa e o dentista havia sido recomendado pelo seu empregador. Não houve evidências de que o dentista ou o empregador estariam envolvidos na colocação de um implante neste homem. Mas de qualquer forma afirmou que após a cirurgia dentária, começou a ouvir duas vozes distintas em sua cabeça. Foi examinado e testado por diferentes especialistas num esforço de se livrar destas vozes perturbadoras, mas foi tudo sem sucesso. Finalmente passou por exames de ressonância magnética e radiografias, que claramente revelaram a presença de um objeto estranho no tecido logo abaixo da mandíbula esquerda. A operação para a remoção deste objeto foi muito mais difícil do que a das duas cirurgias anteriores. Um dispositivo chamado fluorimetrômetro foi utilizado para localizar o objeto durante o procedimento. O doutor Leir afirmou que sem esse dispositivo seria extremamente difícil remover o objeto que estava a dois centímetros abaixo da superfície e coberto por tecido gorduroso. A partir do momento da primeira incisão, os cirurgiões levaram 31 minutos para removê-lo.

O objeto aparentava ser metálico de cor cinza-prateada e no formato de um pequeno disco chato, com aproximadamente três milímetros de diâmetro. O interessante é que não havia nenhuma cicatriz na face do homem que indicasse a penetração de tal objeto pelo lado de fora. Há suspeitas que o artefato tenha sido inserido pelo lado de dentro da boca. O homem recebeu uma anestesia local e estava apto a sair da clínica imediatamente após a conclusão da cirurgia e se recusou a responder perguntas.O fato de objetos estranhos terem sido encontrados nos corpos de abduzidos, abrem um novo capítulo nas pesquisas sérias sobre a possibilidade de encontros entre humanos e outras inteligências. A possibilidade de que o objeto removido do terceiro paciente possa ter vindo de uma agência humana, aponta para um mistério muito diferente e potencialmente alarmante: Este homem foi cobaia de algum experimento de algum tipo de controle da mente? O objeto seria possivelmente um marcador ou algum dispositivo de rastreamento? As vozes na cabeça dele pararão agora que o objeto foi removido?

O autor Whitley Strieber, um dos observadores destas cirurgias, elogiou a coragem dos três pacientes e dos esforços pioneiros da equipe de Leir-Sims. Strieber disse acreditar ter um ou mais implantes em seu corpo e que pretende removê-los o mais rápido possível para estudos em instalações de pesquisa em sua cidade natal, San Antonio, Texas.

Saiba mais sobre esse assunto:


Dr. Roger Leir, uma autoridade em implantes alíenigenas realiza sua 20ª cirurgia de remoção