sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Carla escreve sobre as suas experiências com extraterrestres

Devido ao facto do fenómeno ovni e a existência de seres extraterrestres serem temas não muitos aceites na nossa sociedade egocêntrica e principalmente porque as chamadas “abduções” por extraterrestres ainda serem muito controversas e sem muita aceitação por parte de alguns investigadores e pela maior parte da opinião pública, não peço que acreditem mas sim que leiam o que está aqui escrito com a mente aberta e que tirem as vossas próprias conclusões.

Quero também agradecer á sumidade da psiquiatria Lisboeta (não revelo o seu nome por razões de segurança) por me ter dado a possibilidade de recordar alguns eventos através de várias regressões hipnóticas realizadas em 1996. Lamento o facto dessa mesma sumidade ter assumido o meu caso como um caso de problemas mentais comum. É de lamentar que em Portugal onde há muitos casos como o meu não haver apoio por parte de entidades competentes.

Quero principalmente agradecer ao Sr. Luís Aparício por ter tido a coragem de me ter procurado sete anos mais tarde (2003) e por ter começado onde outros desistiram e pelo grande apoio e aceitação que me tem demonstrado (confesso que no inicio eu estava desconfiada).

Desde a minha infância tenho tido contacto com fenómenos que para muitos são considerados estranhos tais como o avistamento de luzes muito brilhantes no céu á noite, reflexos de luzes na janela do quarto, comunicação e entendimento com os animais, relação muito especial com a natureza, avistamento de “bolhas” e imagens nas paredes e muitas experiências paranormais entre outras.

Tudo isto me parecia normal até ao dia em que descobri que não era bem assim. Com o passar dos anos estes “fenómenos” agravaram-se ao ponto de acordar muito cansada com algumas marcas de cortes e negras no corpo e imagens que até hoje não me saem da memória. Na escola e mais tarde no trabalho passei por vários incidentes que ocorriam durante o meu turno laboral conforme o meu estado de sensibilidade e que por vezes eram presenciados pelas minhas colegas que se assustavam muito ao ponto de não quererem ir ao armazém sozinhas comigo o que me deixava numa situação muito desconfortável com elas e com os meus superiores.

Isto aconteceu tantas vezes que comecei a ter medo das pessoas o que me afectou psicologicamente. Evitava sair á rua durante as minhas folgas, ao fim-de-semana fechava-me em casa (mais concretamente no quarto) o que por vezes originava conflitos com a minha mãe. Durante muitos anos consegui esconder o que se passava com medo de represálias por parte de quem me “feria” durante a noite e por ter receio da reacção da minha família.

No meio disto tudo tive várias depressões por me fechar tanto.

As recordações intensificaram-se e eu comecei a não querer dormir com medo de ser apanhada durante o sono. Por vezes não queria acreditar no que me lembrava mas as marcas que me apareciam no corpo diziam-me que era real.

Sentia-me desprotegida, sozinha e abandonada á minha sorte.

Com o passar do tempo os problemas agravaram-se ainda mais e tive de procurar ajuda fora da minha família. As minhas buscas conduziram-me a uma associação de investigadores do fenómeno ovni (ex APPO) que me submeteram a muitas perguntas para poderem comparar com outros casos idênticos e explicaram-me algumas coisas. Eu digo algumas coisas porque também eles tinham pouca informação e poucos meios de investigação sobre este assunto e pouca orientação. Foi através desta associação que conheci a sumidade da psiquiatria lisboeta que com o meu consentimento me submeteu a várias regressões hipnóticas.

Poucos meses depois consegui ganhar coragem e a meio da noite fui ao quarto da minha mãe e a chorar de nervos contei-lhe tudo.

Surpresa das surpresas ela aceitou e para ter a certeza de que era verdade mostrei-lhe uma marca que me tinha aparecido no peito e choramos abraçadas uma na outra. Se eu soubesse, tinha-lhe contado mais cedo e não teria sofrido tanto sozinha

Memórias de infância

Durante a infância as minhas experiências nocturnas eram muito intensas e frequentes, não tanto a nível “abdutivo” mas a nível paranormal embora as “abduções” acontecessem com regularidade, eram de pouca duração e eram usadas para brincadeiras e para aprendizagem. A nível paranormal via imagens e “bolhas” nas paredes, luzes coloridas espalhadas pelo quarto que dançavam e se misturavam umas nas outras. Eu ficava encantada pela maneira como se moviam.

Ouvia sons e zumbidos que me perturbavam muito e que me causavam sensações desconfortáveis na cabeça e nos ouvidos. Ouvia principalmente uma espécie de apito agudo contínuo.

Via muitas vezes o meu colchão a brilhar num tom fluorescente e quando isto acontecia parecia que todo o meu corpo ficava dormente e pesado. Tinha também sensações de medo ou de terror quando sentia alguém ao pé de mim e não conseguia ver nada. Nestas ocasiões queria gritar e pedir ajuda mas as palavras não me saíam da boca.

Muitas vezes queria me mexer e não conseguia. Tinha muitos “pesadelos” em que me via a flutuar da cama de barriga para cima em direcção ao tecto.

Via muitas vezes a Lua em quarto crescente ou cheia projectada na parede ou no tecto. O corpo da minha avó por vezes brilhava com várias cores (aura).

Pressentia o que ia acontecer e chegava a ver imagens projectadas na minha mente.

Por vezes quando estava muito “sensível” ouvia as vozes das pessoas que estavam ao pé de mim e quando não percebia perguntava o que tinham dito, ao que me respondiam que não tinham dito nada.

A nível “abdutivo” via por vezes clarões de luzes na janela que por vezes iluminavam o interior do quarto.

As luzes no céu também fizeram parte da minha infância e ainda hoje estão presentes na minha vida.

Sentia muitas vezes a presença de alguém aos pés da cama ou a pairar sobre mim o que me dava a sensação de medo.

Um dia encontrei um louva-a-deus gigante que olhava para mim fixamente e sem sair do lugar onde estava. Senti durante esse tempo que ele estava ali por alguma razão.


Memórias na adolescência

Com a adolescência veio a puberdade e o agravamento das “abduções” e das marcas no corpo.

As “abduções” passaram a ter um carácter diferente e começaram a ser dolorosas ao ponto de eu acordar muito cansada, com marcas de cortes, negras e imagens que me assustavam.

Vivi com isto tudo sozinha durante muito tempo até ao dia em que acordei muito mal. Como tinha muitas marcas no corpo resolvi contar tudo a uma amiga minha que acreditava na possibilidade da existência de extraterrestres e em assuntos relacionados com o tema.

Ela já tinha presenciado várias vezes acontecimentos estranhos quando estava perto de mim tais como os cabelos ficarem com muita electricidade estática, estálos e avarias de aparelhos eléctricos, pressentir a gravidez dela, sentir quando ela passava na rua, ouvir por vezes o pensamento, deslocação de pequenos objectos, fazer com que as borboletas poisassem na mão ou na cabeça, e muitos mais.

Quando ela viu as marcas no meu corpo e lhe contei o que tinha passado até então ficou muito admirada e comprometeu-se a ajudar no que podia e apoiou-me muito.

Lembro-me bem da maneira como ela me fazia perguntas sobre o assunto para tentar compreender o que se passava comigo e comparava com a pouca informação que conseguia obter. Isto durou até acabarmos o liceu e cada uma foi para o seu lado.

No último ano em que tivemos aulas juntas (1996) fiz as regressões hipnóticas que me ajudaram a recordar eventos que estavam bloqueados na memória.

Ao contar as novas descobertas ela fazia mais perguntas e acabávamos as conversas sempre com “peças soltas do puzzle”.

Á medida que o contacto com os membros da ex. APPO aumentava comecei a ter dúvidas sobre o seu interesse e seriedade em relação ao meu caso. Notei o seu desinteresse, abandono e falta de apoio até que desisti completamente de fazer as regressões e simplesmente afastei-me deles.


Mas o pior estava para vir!

Tive três meses sem ter a menstruação e algo profundo dizia-me que não era natural. Chorava muito e vivia num medo constante. Com o apoio da minha amiga fui fazer o teste de gravidez o qual deu positivo deixando-me em estado de choque. Isolei-me de tudo e de todos até que no quarto mês acordei com uma hemorragia, com o corpo todo dorido e muito assustada. Tinha algumas recordações sobre o que aconteceu nessa noite mas até hoje há muita coisa que falta e ainda me afecta muito.

Passados sete anos e depois de ter vivido muitas experiências aprendi a bloquear a amnésia induzida por estas criaturas que me atormentam com testes e experiências mas que me ensinaram a desenvolver as capacidades da mente e assim ganhar força psíquica que por vezes nem eles conseguem controlar.

Memórias em adulta

Como adulta vejo as coisas de outra maneira, sem revolta devido ao que tenho vindo a aprender com eles e comigo mesma. Já tenho um controlo mais apurado sobre as minhas capacidades mentais o que me permite ver e sentir as coisas quando quero e onde quero. Consigo controlar o medo durante a noite o que me permite ter noites mais descansadas. Ajudei pessoas com problemas “espirituais” onde pude usar os dons que me foram dados e desenvolvidos com a ajuda da minha segunda “família”.

Continuo com a presença deles na minha vida tanto a nível de experiências como a nível de aprendizagem, mas já não me incomodo tanto com as situações que ocorrem.

Apesar de ver as coisas com outros olhos, os traumas ainda continuam presentes na minha mente o que por vezes interferem na minha vida quotidiana.

Tudo isto não impede, claro, que quando os sinais que antecedem as “abduções” se manifestam, eu tenha receio do que poderá acontecer.
















Descrição dos principais acontecimentos desde a infância até aos dias de hoje:

A nível paranormal:

Imagens nas paredes – Acontecia principalmente de noite.

Durante a noite sentia por vezes a necessidade de fixar o olhar na parede que ficava aos pés da cama. À medida que a concentração se intensificava começavam a aparecer luzes de várias cores que “dançavam e se misturavam umas nas outras. Minutos depois começavam a aparecer “bolhas” que vinham do chão e percorriam a parede até desaparecerem no tecto. Pareciam bolhas de água que á medida que se deslocavam pela parede reflectiam as cores que as absorviam. Era como estar debaixo de uma água colorida e brilhante. Não se ouvia nenhum tipo de barulho.

Entretanto quando as “bolhas desapareciam, surgia uma imagem que poderia ser de qualquer lugar com ou sem pessoas (a mais importante foi a dos “Mexicanos” que estavam reunidos a volta de uma fogueira).


A sensação que eu tive naquele momento foi a de ter sido sugada para dentro da parede até ao local onde a cena se passava.

Bolhas – Ver imagens nas paredes.

Sons e zumbidos – Acontecia principalmente de noite.

Quando estava muito sensível ouvia os sons com o dobro da intensidade mas havia um que me incomodava mais do que os outros. Era um som agudo prolongado que se entranhava nos tímpanos e que dava a sensação de ficar surda. A sua intensidade era tão alta que eu não conseguia ouvir mais nada.


Brilho fluorescente no colchão – Acontecia somente de noite. Acordava muitas vezes a meio da noite com a sensação de estar acompanhada e tentava perceber o que era pois parecia-me familiar. Era então que o colchão ficava brilhante ao pé da cabeceira e na zona da almofada.

A cor era de um amarelo fluorescente mas ao mesmo tempo era sóbrio pelo que não me incomodava os olhos (o que me marcou mais foi quando uma voz me disse para mergulhar a mão dentro do colchão ao que eu respondi ser impossível. A voz insistiu dizendo “vais conseguir e vais aprender”. Obedeci e vi surpresa a minha mão mergulhar naquele brilho.


A Lua projectada nas paredes e no tecto – Acontecia somente de noite. Aparecia na maior parte das vezes em quarto crescente embora por vezes aparecesse cheia. Incomodava-me a sua presença porque eu sabia que não era um reflexo e nem era natural. Podia ver as crateras com todos os pormenores e o brilho da luz do Sol que incidia em certas zonas.

Aura – Acontece em qualquer altura. Vejo várias cores luminosas que variam de intensidade consoante o estado de espírito da pessoa.

Por vezes tenho que me concentrar para conseguir ver. Se estiver mais sensível a aura aparece quase instantaneamente.

Pressentimentos – Acontece em qualquer altura. Surgem em forma de imagem onde a acção irá ocorrer.


Os movimentos e os sons são bastante nítidos e a intensidade das cores varia consoante o nível de sensibilidade. É como se estivesse a viver esse momento que por vezes é assustador e que me acompanha durante dias seguidos.

Sinto por vezes dor que depende do grau de intensidade e que se manifesta ao longo do dia em que a visão teve lugar.

São imagens da alteração climatérica súbita que será causada por eventos muito graves que virão do espaço exterior do planeta e que serão precedidos por eventos geológicos terrestres que quase provocarão a destruição da vida animal e vegetal incluindo a espécie humana. Durante estes eventos haverá a intervenção daqueles que criaram o ser humano que actuarão de forma a preservar a continuidade da evolução.


Ouvir pensamentos – Acontece apenas quando estou hipersensível. Quando acontece oiço as vozes das pessoas como se estivessem a falar normalmente comigo o que me leva muitas vezes a responder e quando me dizem que não falaram nada fico envergonhada e a saber que foi um pensamento ou vários que eu ouvi.

Uma vez estava em pleno exame de admissão para a universidade quando me deparei com uma questão que eu não conseguia responder. Concentrei-me tanto que passados alguns minutos ouvi a voz da professora que tinha passado naquele momento por mim e que tinha lido a questão que me estava a dar problemas. Reparei contente que ela me tinha dado a resposta correcta.

Esperei que a época dos exames acabasse para lhe agradecer a ajuda que me tinha dado ao que ela me respondeu que não tinha dito nada mas que tinha pensado na resposta ao ver-me com dificuldades quando passou por mim. Este exemplo serve para se perceber até que ponto vai a intensidade da voz da pessoa que transmite o pensamento sem saber, o que já me tem livrado de situações incómodas em relação a algumas pessoas que se depararam comigo pelo caminho.

Outras ocasiões aconteceram em que respondia ou continuava a frase. Claro que depois me perguntavam como é que eu tinha conseguido ouvir ou adivinhar o que tinham acabado de pensar.

Sensibilidade apurada – Acontece quando estou mais sensível.

Ao sair á rua os sons que me rodeiam tornam-se mais intensos.
O estado de espírito das pessoas que passam por mim é “absorvido” pelo meu próprio espírito o que por vezes me deixa muito mal a nível psicológico. Se estão deprimidas fico deprimida, se têm desgosto fico com desgosto, se estão contentes fico contente.
Ou seja, passo a sentir e a sofrer o que as pessoas têm, mas tudo ao mesmo tempo o que é bastante esforço para uma só cabeça e espírito.

Concentração de electricidade estática – Acontece quando estou mais sensível.
Começa estalos secos nos móveis e nos aparelhos eléctricos que me rodeiam.
Quando sinto raiva ou outro sentimento muito negativo em relação a alguém que esteja ao pé de mim, essa pessoa começa a sofrer excesso de carga eléctrica ao ponto dos cabelos começarem a ficar em pé.
Um bom exemplo desta situação aconteceu no meu local de trabalho quando uma cliente começou a discutir comigo por causa da balança da frutaria. Ela atacou-me tanto com palavras que comecei a sentir um ódio tão grande em relação á mulher que quando comecei a ter um súbito aumento de temperatura corporal os cabelos dela começaram a ficar em pé.

Isto chamou a atenção dos outros clientes e de duas colegas que por ali passavam. Este acontecimento foi comentado durante muito tempo entre colegas até chegar aos ouvidos da gerente de loja.
Outras situações ocorreram no armazém e que envolveram a gerente de loja e duas colegas que não se davam muito bem comigo.

Deslocação de objectos – Acontece quando estou hiper-sensível.
Quando era miúda por vezes deslocava pequenos objectos quando olhava para eles. Na adolescência acontecia quando me revoltava com alguém.
Em adulta acontece por vezes quando estou sozinha ou no trabalho.
Claro que no trabalho é mais complicado por causa da impressão que se causa aos colegas e aos superiores.
Um dia estava no armazém a arrumar a mercadoria que tinha chegado quando a gerente entra.
Vinha chateada porque eu não estava na loja e não tinha tido ordem para estar ali.
Como não sou miúda nem incompetente não acatava muito bem as ordens dela e mais uma vez ouve discussão.

Estava hiper-sensível e não tardou muito que as caixas da Renova começassem a cair para cima dela e quando já não havia mais, as caixas das outras prateleiras também se precipitaram.
O susto que apanhou foi tal que desceu as escadas mais depressa do que subiu e eu continuei a fazer o meu serviço.

Outra situação ocorreu quando estava com a colega da padaria.
Estava uma fornada quase a sair e nós estávamos do lado de fora do balcão a conversar quando resolvi chegar-me mais perto do forno. Quando cheguei perto, a porta que tem uma alavanca forte simplesmente abriu-se sozinha e o forno desligou-se.
Ficámos as duas de boca aberta a olhar uma para a outra por causa da maneira como o forno se abriu até que ela me pediu que saísse dali porque estava a assustá-la.


Sentir presenças – Acontece em qualquer altura. Muitas vezes quando era miúda sentia a presença de entidades que agora sei o que são.
Eram espíritos de pessoas já falecidas que por vezes se manifestavam demonstrando apenas a sua presença e faziam-no de maneira que fosse impossível não reparar onde eles estavam. Também sentia outras presenças que na altura eram mais assustadoras e que me incomodavam muito.

Isto acontecia tanto de dia como de noite. Esta faculdade ou dom como lhe chamam, desenvolveu-se bastante durante o meu crescimento e desenvolvimento.
Hoje em dia acontece com muito mais regularidade e mais intensidade o que faz com que fique doente de vez em quando.


Consigo defender-me quando são espíritos negativos e que tentam me atormentar por saberem que os consigo ver, sentir e repelir.

Também tenho recebido visitas de espíritos positivos que me têm ensinado e mostrada muita coisa que eu considero importante para o meu desenvolvimento espiritual.
Como tudo na vida este dom tem os dois lados da moeda.

Ligação forte com os animais e comunicação – Acontece em qualquer altura.
Sempre tive uma ligação forte com os animais desde a infância o que me leva a maior parte das vezes a preferir a companhia deles á dos seres humanos.
Para se perceber a afinidade que tenho com os animais e eles por mim vou descrever uma situação que me ocorreu no terraço da casa da minha mãe em Lisboa.
Estávamos na Primavera na altura das borboletas, era sábado e resolvemos fazer um churrasco no quintal e eu estava no canto do mesmo que fica em frente á janela da cozinha quando derreteste começam a aparecer borboletas vindas não sei de onde que esvoaçavam em volta de mim. Na altura não pensei em nada, só queria perceber o que estava a acontecer.
Quando a minha mãe me viu ficou espantada com o que estava a acontecer e não conseguiu se aproximar e nem falar.
Isto durou aproximadamente um minuto mas pareceu-me mais tempo.
Quando as borboletas se foram embora a minha mãe reparou que tinha ficado uma para trás e que continuava poisada na minha cabeça até que passados alguns segundos levantou voo e como se estivesse a despedir-se foi-se embora.
Até hoje nenhuma de nós se esqueceu desse dia tão estranho e quando vemos borboletas brancas lembramos do momento em que fiquei cheia de borboletas.

Outra situação idêntica ocorreu no parque do Jardim Zoológico de Lisboa e foi presenciado por várias pessoas que por ali passavam.
Os pardais também se dão muito bem comigo. Criei vários pardais em casa quando caíram do ninho e ainda não tinham penas para poder voar nem comiam sozinhos.
Cresceram saudáveis e fortes e quando os soltei não queriam ir embora.
Por incrível que pareça conseguia comunicar com eles quase telepaticamente e eles compreendiam e obedeciam.
Tive um cão que quando pensava nele aparecia logo. Parecia que ouvia o meu pensamento. Infelizmente tornou-se mau e eu tive de dá-lo para cão de guarda de uma quinta e até hoje penso que foi trauma das coisas que presenciava durante a noite.
Hoje em dia tenho dois gatos que mantêm uma comunicação bastante forte comigo.

A nível “abdutivo”

É aqui que este assunto toma outras formas que infelizmente não são muito aceites pela nossa sociedade e por alguns investigadores do fenómeno ovni.
No texto que se segue estão descritas situações que ocorreram na realidade e que me deixaram marcas profundas e traumas que me perseguem até hoje.

Reflexos de luzes – Acontece durante a madrugada. São luzes brancas ou azuladas que em movimento incidem na janela do quarto ou do sítio onde eu esteja a dormir e que provêem de uma origem exterior móvel e silenciosa.
Quando isto acontece algo me desperta do sono e eu consigo sentir o que é e recebo imagens na minha mente que por vezes incomodam muito. Estas imagens são a descrição da fonte luminosa que é pequena e não tem ninguém a bordo. São pequenas sondas que eu chamo de espiões.

Luzes no céu – Acontece durante a noite e por vezes durante o dia.
São luzes ou pontos muito luminosos brancos, vermelhos, azuis e amarelos.
Aparecem aos poucos até formarem grupos de cinco ou de sete que se deslocam em vários sentidos ou deslocam-se paralelamente á linha do horizonte.
A última vez que as vi foi na Portela de Azóia perto de Sta. Iria de Azóia.
Este grupo apareceu durante os últimos quinze dias de Junho durante a noite.
Não produziam qualquer tipo de ruído.
Foi visto de certeza pelos condutores que passaram pela ponte Vasco da Gama (vi carros que param) e de certeza por alguns moradores da zona.
Também tenho visto luzes solitárias que parecem parar de repente em pleno ar como se fosse de propósito para eu ver.
Estas são maiores, amarelas e também não produzem ruído.

Encontro com um louva-a-deus gigante - Aconteceu aos oito anos de idade.
Na altura estava a viver na Quinta da Labruja a um quilómetro da Golegã.
Nesse dia fui dar o meu passeio habitual pelo mato e quando dei por mim estava num terreno que eu evitava pelo simples facto de sentir receio e de sentir que aquele sítio era mau.
A dada altura parei e a quatro metros de distância apareceu silenciosamente vindo do nada um Louva a Deus com 60 cm de altura.
Estava erecto e era todo verde.
Olhava para mim fixamente e eu fiquei parada também a olhar para ele.
Senti algo estranho que me invadia o pensamento e no meio daquilo tudo sentia que ele não me queria fazer mal e limitava-se a observar-me ao mesmo tempo que emitia uma espécie de zumbido que se entranhava nos meus ouvidos e que me incomodava bastante.
Passados alguns minutos esfumou-se no ar sem fazer um único som.
Isto aconteceu entre a Primavera e o Verão na altura em que as searas começam a adquirir um tom amarelado por causa do tempo seco.

Sons e zumbidos - Ver sons e zumbidos.

Imagem da Lua projectada nas paredes e no tecto - Ver Lua projectada nas paredes e no tecto.

Sentir presenças - Acontece de dia e principalmente de noite.
Acordo por vezes durante a noite com a sensação de estar alguém no quarto junto aos pés da cama e por vezes a meu lado.
Esta situação incomoda-me muito e faz com que não me consiga mexer e respirar normalmente. Isto na maior parte das vezes é acompanhado por suores abundantes.

Sensação de medo ou terror - Acontece principalmente durante a noite. Acordo a altas horas da noite em pânico com imagens do que aconteceu durante a experiência de “abdução”mas infelizmente não consigo me recordar de certos acontecimentos que eu sinto serem de grande sofrimento. Esta sensação acompanha-me até ao amanhecer e durante dias seguidos até se desvanecer com o passar do tempo ficando apenas as recordações e as marcas tanto físicas como psicológicas.

Medo do escuro - Acontece durante a noite ou em locais escuros. Tenho 28 anos e muitas vezes durmo com a luz acesa ou acordo durante a noite em pânico e acendo o candeeiro. Esta fobia é característica de vítimas de “abduções”.

Aparecimento repentino de cicatrizes ou marcas no corpo - Acontece da noite para o dia.
Surgem depois da experiência de “abdução” e para além de deixar a pessoa confusa, a sua descoberta também provoca uma mistura de agonia e horror. Isto acontece porque por vezes não conseguimos nos lembrar do que se passou mas sentimos que está relacionado com as “abduções.
No meu caso tenho muitas recordações conscientes em que vejo tudo com muita nitidez e quando descubro as marcas tudo é confirmado pois tenho provas físicas que por sua vez tornam-se mais dolorosas pelo simples facto de me recordar e não poder divulgar.
Também porque o facto de poder recordar tira-me a hipótese de acreditar que me magoei a dormir ou noutro momento qualquer e não me recordar. Mesmo que seguisse a segunda hipótese haveria dúvidas por certas marcas surgirem entre as pernas ao pé do órgão genital.

Tenho marcas que estranhamente formam figuras geométricas no braço esquerdo (triângulo), vários pontinhos esbranquiçados espalhados pelas mãos e braços e nas pernas entre outros.
Escusado será dizer que cada marca nova descoberta representa sempre um choque.

Aparecimento de doenças súbitas e inexplicáveis - Acontece depois de algumas “abduções”. Estas doenças depois de analisadas por exames médicos não acusam nada e a resposta dada pelos próprios médicos é sempre a causa de uma “virose”.
Os sintomas mais comuns são diarreias, dores de cabeça, febre, vómitos e no meu caso também inchaço no pescoço e na base da cabeça (nuca) acompanhado por dores intensas.
Este inchaço surgiu uma vez e o diagnóstico foi uma “virose” por não descobrirem a causa. Tive muitas doenças misteriosas e a dada altura o meu médico de família dizia-me se eu não podia apanhar doenças diagnosticáveis e normais.

Queda de cabelo - Acontece comigo mas não sei se será comum em casos como o meu.
Desconfio que seja derivado de radiações que apanhei em criança quando brincava nos círculos que apareciam nas searas da quinta onde vivi. Os sintomas gastrointestinais também estão ligados a toda esta situação e eu tenho muitos problemas de estômago que surgem sem razão aparente.

Gravidez repentina e posterior remoção do feto - Acontece depois de algumas “abduções”. É uma situação muito traumatizaste e que quase me levou á loucura quando depois de uma experiência de “abdução” que me deixou muito mal psicologicamente fui fazer o teste de gravidez a uma farmácia e acusou positivo.
As recordações ou “flashes”, como lhes chamo, eram muito frequentes e intensas.
Via momentos horríveis e de sofrimento pelo qual fui obrigada a passar.
Para mim é a situação mais marcante no meio de tantas experiências e recordações conscientes ou não visto eu ainda ser virgem.
Acredito que é por causa disto que não quero envolver-me com ninguém.

Listagem dos principais sinais de “abduções”

Atenção: Quem apresentar algumas destas situações não é obrigatoriamente vítima de “abduções”.

Efeitos psicológicos

· Ansiedade persistente e sem razão aparente
· Fobias repentinas que surgem em certos locais
· Tendência a procurar isolamento
· Perturbações no sono, insónias
· Pesadelos repetitivos e persistentes
· Sonhos que envolvem parte de “abduções” (recentes ou antigas)
· Medo súbito ou suores nocturnos
· Dormir com a luz acesa (em adulto)
· Recordações ou “flashes” que surgem repentinamente
· Irritabilidade e mau humor que surge depois da “abdução” ou quando surgem recordações
· Cansaço extremo ou fadiga persistente
· Percepção de falhas de tempo
· Revolta contra tudo e todos
· Sensação de impotência perante as “abduções”
· Medo do anoitecer e não querer dormir
· Sentimento de isolamento e incapacidade de comunicar
· Sentimento de vulnerabilidade á noite
· Medo de exames médicos e hospitais
· Medo de alturas, elevadores, de certos animais e de contactos sexuais
· Medo do escuro e de estar sozinho á noite
· Dormir com a luz acesa (em adulto)
· Sensação de ter implantes


Efeitos físicos

Aparecimento inexplicável de:
· Cortes
· Marcas de pele retirada
· Sangramento nasal, nos ouvidos e recto
· Paralisia ou imobilidade
· Gravidez inexplicável e posterior remoção do feto
· Problemas ginecológicos e urológicos
· Negras e hematomas
· Pequenos pontinhos (um ou mais)
· Doenças súbitas que não acusam as causas
· Perdas de memória
· Sintomas gastrointestinais permanentes
· Descoberta de implantes

Mudanças na personalidade
· Mudança no hábito alimentar
· Súbito interesse no estudo do fenómeno ovni
· Sensação forte de se ser diferente e de não se pertencer “aqui”
· Interesse em questões ambientais e pacifistas
· Sensação de falta de “alguém” que nos espera ou que deixamos lá
· Sentido de missão a cumprir
· Ligação forte com eles (extraterrestres) e de partilha de genes (manipulação genética que se manifesta fisicamente ao fim de varias gerações)
· Estranhar a presença e proximidade de “humanos” e seus comportamentos

Desenvolvimento psíquico

· Telepatia
· Telecinesia
· Percepção extrasensorial (PES)
· Premonição


Este desenvolvimento psíquico fora do comum começa a manifestar-se na infância devido aos jogos e brincadeiras que acontecem na nave. Estes jogos podem ser feitos em grupo com outras crianças ou individualmente dependendo do grau de desenvolvimento.

Lembro-me de me darem umas bolas metálicas que tinham duas funções.
A maior era usada para despertar e desenvolver as capacidades mentais.
As outras eram três bolas mais pequenas e serviam para aumentar e desenvolver a intensidade (força).

Lembro-me que havia crianças que não desenvolviam muito e outras que superavam as expectativas.
Sei que com a continuação destes jogos consegui ganhar mais força mental do que eles esperavam daí eu conseguir sair por vezes do “transe” que eles me impõem e lutar contra a vontade deles. É por isto que também consigo ter muitas recordações conscientes.

Quando eles cometem erros!

Segundo o que descobri durante as minhas investigações existem casos em que foram cometidos erros, alguns de certa gravidade. Houve pessoas que acordaram com roupa que não lhes pertencia (nos EUA duas mulheres foram levadas para a nave e quando acordaram viram que tinham no corpo camisas de dormir que lhes eram estranhas).
Mais grave foi o caso de dois homens que viajavam cada um no seu carro em estradas completamente diferentes.
Era de noite quando estes homens foram levados e ao acordar viram que estavam no carro errado. Segundo consegui saber eles encontraram-se por acaso numa estrada dias depois e reconheceram os respectivos carros.

Comigo também ocorreram situações complicadas mas não tão graves.
Acordei muitas vezes com o pijama do avesso o que me assustava.

Certa vez acordei antes do tempo previsto o que me permitiu assistir á partida da nave e perceber o que eles fazem para que ninguém se aperceba de nada e ouvir o barulho que a nave produzia ao deslocar-se por cima dos prédios.

Mas o mais grave aconteceu no Verão quando fui acordada pelo meu pai ás sete da manhã e reparei que não estava no quarto mas sim no quintal! Apercebi-me de que tinha sido “abduzida” e ainda confusa fui-me deitar na cama.

Até hoje não consigo me lembrar do que aconteceu nessa noite.
Estes são alguns dos numerosos erros por eles cometidos.

As mensagens que eles me transmitem e o que eles me ensinam

Além de me terem ensinado a lidar com as minhas capacidades mentais através de “aulas praticas” continuam a explicar-me certas coisas e por vezes falam-me do futuro.

Aqui ficam alguns exemplos:
O facto de haver crianças que desenvolvem as suas capacidades mentais mais cedo ou com mais intensidade durante os jogos feitos na nave é devido á manipulação genética que tem vindo a ser feita com o intuito de criar uma espécie humana mais desenvolvida que terá os genes das duas espécies (híbridos).

Segundo a explicação deles estes genes começam a manifestar-se fisicamente e mentalmente após algumas gerações (isto explica o facto das “abduções” acompanharem as famílias gerações após gerações).
Assim sendo estas crianças têm os genes extraterrestres mais activos (é o caso de pessoas da minha geração).

Outra explicação é sobre o modo como funcionam as naves.
A tecnologia que eles possuem permitiu-lhes criar um sistema que quando estão dentro da atmosfera dos planetas podem fazer os movimentos que costumamos ver.
Imaginem dois ímanes que se afastam mutuamente.
O sistema deles rege-se pelo mesmo principio. Dois pólos iguais repelem-se e dois pólos diferentes atraem-se.
A isto se chama magnetismo.
E se juntarmos a isto a electricidade temos um sistema completo, simples e eficaz (electromagnetismo).
“Um elemento completa o outro”.
Assim podemos trabalhar com uma força natural quase inesgotável dentro da atmosfera e no espaço exterior.
Aprendi muita coisa com eles que não dá para escrever tudo aqui por isso fica aqui só estes dois exemplos para terem uma noção do tipo de coisas que eles me ensinam.
Também costumo receber mensagens sobre a nossa origem e evolução e consequentemente sobre o fim que será o inicio de uma nova fase. Entre estas mensagens estão outras que serão divulgadas quando chegar a altura certa.

Espero que a informação contida nestas páginas ajude a quem está a passar por este tipo de situação como eu e que procura respostas as quais espero conseguir responder porque também eu as procuro.
Não faço nenhuma descrição sobre as “abduções (nem como começam ou acabam e principalmente o que acontece durante a experiência) para não influenciar ninguém.

Grupo de apoio para Abduzidos

Estou a formar um grupo de apoio para poder ajudar quem está a sofrer com isto e para não se sentirem sozinhos tal como eu. A ideia é reunirmo-nos para falar sobre as nossas experiências e traumas e para podermos trocar informações.
Este grupo será só para “abduzidos”.


Poderão participar alguns investigadores que estejam realmente interessados em ajudar ou aprender.

As reuniões terão lugar nos primeiros sábados de cada mês no mesmo sítio da APO antes das palestras.
Este grupo respeitará o factor de anonimato.

Carla Batista
Lisboa 2004-03-16


Fonte: APOVNI
CARLA BATISTA

2 comentários:

Nuno Alves disse...

Olá Rita.
Fizeste muito bem ter colocado a matéria transmitida pela minha grande querida e amiga Carla Batista.
Pessoa da qual gosto bastante e tenho maior estima.
Conheço bem o caso dela e posso dizer por experiencia própria e convivencia com ela, de que a Carla sofreu muito e que de alguma forma acabou por afetar mais pessoas da sua familia.
Mas isso é um caso que só ela pode falar e não eu que não tenho autorização.
Abraço
Nuno Alves

Tatiana disse...

Olá amiga!!
Passei por aqui para lê o relato da Carla, e achei muito legal a coragem que ela teve de falar sobre o assunto!!Adorei o blog!!


Tati